

Será que, depois dos chamados “alimentos funcionais” (aqueles que podem auxiliar nos problemas da saúde) estamos diante do surgimento dos “filhos funcionais”?
Ficam algumas perguntas na vida real:
- Os pais têm o direito de conceber um filho com a clara intenção de usar a doação de células tronco deste filho para salvar outro?
- E o filho, tem como a personagem Anna (Abgail Breslin) o direito de recusar?
- De que maneira as células tronco do cordão umbilical da caçula poderiam salvar a primogênita?
- E a medula óssea?
- O que a menina Anna sofreria como consequência dessas doações?
- Por que a irmã de Anna teve a função renal comprometida a ponto de necessitar de um novo rim?
- No Brasil, cientes da intenção dos pais, os médicos da reprodução assistida concordariam em ajudá-los? Por que?
Uma das especialilstas no assunto é a Dra. Silvana Chedid, ginecologista e obstetra formada e doutorada pela USP.
Quer ver o trailler legendado do filme? Vai lá: www.youtube.com/watch?v=-2ipw391mLM&feature=player_embedded#t=17

1 comentários:
bah
essa é difícil hein.
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