


No mundo global, os problemas locais afetam também as comunicações. No Brasil, mais especificamente em Porto Alegre, a TVE e a FM Cultura, que são públicas, estão saindo do prédio que ocupam há trinta anos por iniciativa do governo do Estado, que não aceitou negociar com o INSS (proprietário do imóvel) a permuta por um de seus mais de 1.500 prédios ociosos. As informações apontam que, apesar de ter a preferência na compra, o governo gaúcho não quis adquirir o imóvel. Parece que não há viabilidade técnica para a mudança até 31 de março de 2010, data escolhida pelo Executivo para a entrega do prédio. A transferência deverá ser mais cara aos cofres públicos. Os sindicatos dos Jornalistas e Radialistas e os funcionários acreditam que a decisão vai resultar na extinção da TVE/FM Cultura. O que será do futuro?

Neste domingo, dia 6, o canal de tv paga GNT reapresenta as entrevistas de Stephenie Meyer no “The Oprah Winfrey Show” e de Robert Pattinson no “Late Show with David Letterman”. A conversa com a autora da série “Crepúsculo” vai ao ar às 19h. Já o bate-papo com o ator, protagonista dos filmes da série, é exibida na sequência, às 20h. No “Late Show”, Robert conversa sobre a carreira e se esquiva do apresentador quando perguntado se ele e a protagonista do filme, a atriz Kristen Stewart, estão namorando: “Tenho evitado essa pergunta criticamente nos últimos tempos”. O entrevistado acredita que o assédio dos fãs se deve à popularidade da série, mas faz uma piada: “Devo exalar algum tipo de aroma”. Já no “The Oprah Winfrey Show”, Stephenie Meyer conta como teve a ideia de criar a história. Antes de se tornar uma escritora mundialmente famosa, Stephenie era uma dona de casa que cuidava dos três filhos pequenos. Casada há 15 anos, ela preferiu não contar ao marido quando começou a escrever a história, pois temia que ele achasse que estava maluca. Já Stephenie revela o quanto se surpreendeu com a atuação do ator protagonista nas filmagens: http://gnt.globo.com/Materias/Stephanie-Meyer-diz-que-Robert-Pattinson-nao-tem-nada-a-ver-com-seu-personagem.html.Os livros da série “Crepúsculo” já venderam 70 milhões de cópias no mundo todo. Os quatro volumes da saga dos vampiros ficaram 143 semanas na lista dos mais vendidos do jornal “The New York Times”, e o primeiro filme, baseado no livro, já faturou 380 milhões de dólares de bilheteria. O segundo filme “Lua Nova”, teve sua estreia mundial no último dia 20.

Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) comprova que 38% dos trabalhadores de todos os níveis hierárquicos têm medo de tirar férias, temem ser substituídos por alguém que faça melhor o seu . São muitas questões assombram pessoas na decisão de gozar o merecido descanso. E tem aqueles se orgulham de férias não gozadas.
O escritor Sérgio Nardi fala da síndrome do indispensável, a partir da qual, nada funciona sem ele, a síndrome do pânico corporativo, ou seja, o medo de ser dispensado ou dispensável durante as férias e a síndrome workaholic, vício compulsivo pelo trabalho e falta de motivação social. E o escritor tranquiliza "O mundo não gira ao seu redor e não será em um curto período de tempo a chance de provar sua capacidade ou importância para a corporação, caso não o tenha feito ao longo de todo ano. Livre-se das amarras e peça férias, de nada adianta a leitura de inúmeros manuais de auto-ajuda se você não colocá-los em prática. Excelente oportunidade, para equilibrar as finanças, aumentar o rendimento e ajudar na poupança. Mas quanto vale a sua sanidade? Qual o preço de relaxar, de desligar a máquina humana de trabalhar e despertar o ser humano para correr, brincar, dormir, comer e beber sem preocupação, nem que seja por pelo menos alguns poucos dias? A pressão, as metas e os objetivos estão a cada dia maiores e o empenho e a dedicação de cada um de nós, tem atendido a essa demanda proporcionalmente, gerando um espiral de estresse, fadiga e cansaço. Mais uma vez a dúvida é se em apenas 15, 20 ou 30 dias no máximo, será possível resolver todos os problemas que até aqui, não foram resolvidos nos mais de 330 dias decorridos até então". O escritor é autor de: "A Nova Era do Consumo de Baixa Renda”, “Marketing para o Varejo de Baixa Renda” e “Viva Melhor”.

“A minha experiência pessoal de reabilitação do vício mostrou que tentar ajudar outras pessoas pode diminuir a vergonha que a gente sente e mudar radicalmente a nossa relação com a doença. Eu vivi isso durante a reabilitação e estou vivendo de novo com a hepatite C. Ambas carregam um estigma social e a vergonha de falar no assunto”. Este é um dos depoimentos de Christopher Kennedy Lawford, sobrinho do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy, em seu livro “C Sua Vida Mudasse”, que chega às livrarias de todo o país em dezembro. O livro descreve a luta do autor contra a hepatite C e retrata seu sofrimento durante anos com o vício em heroína, experiência que lhe rendeu a contaminação pelo vírus. São 207 páginas com relatos pessoais de Christopher Kennedy, detalhes importantes sobre a forma como ele encarou seu próprio medo, o preconceito das pessoas, as escolhas e sucesso com o tratamento, ao lado de trechos pontuados pela médica Diana Sylvestre, que traz o lado do especialista no trato com o vírus – ainda desconhecido à época do diagnóstico.

