Uma experiência gastronômica que deu certo: Pene com queijo Gruyere Boa Nata e damasco. Saboroso, não muito demorado e, com os temperos certos (incluindo alecrim e a necessária dose de pimentas), uma delícia que, bem acompanhada (incluindo o vinho!), é prazer na certa. Já que comer é necessário, melhor fazê-lo com graça, criatividade e numa atmosfera de sensações positivas... o damasco empresta a doçura ao queijo, e rende-se à discreta imponência do alecrim, sedimentando paladares com as pimentas a gosto... e se, de sobremesa, tiver um sorvete especial de banana nanica, mel e cardamomo do líbano.... ahhhhhhh ... mais uma idéia pro mundo gastronômico!
Uma experiência gastronômica que deu certo: Pene com queijo Gruyere Boa Nata e damasco. Saboroso, não muito demorado e, com os temperos certos (incluindo alecrim e a necessária dose de pimentas), uma delícia que, bem acompanhada (incluindo o vinho!), é prazer na certa. Já que comer é necessário, melhor fazê-lo com graça, criatividade e numa atmosfera de sensações positivas... o damasco empresta a doçura ao queijo, e rende-se à discreta imponência do alecrim, sedimentando paladares com as pimentas a gosto... e se, de sobremesa, tiver um sorvete especial de banana nanica, mel e cardamomo do líbano.... ahhhhhhh ... mais uma idéia pro mundo gastronômico!
Um estudo apontou que a paixão pode durar mais de 20 anos. Dá uma olhada: "Já era aquela idéia de que a paixão dura alguns meses e depois vem o amor que pode não durar muito também. Esta desculpa não vale mais na hora de terminar o relacionamento. Isto porque cientistas da Universidade de Stony Brooks, de Nova York, descobriram, analisando a atividade cerebral de casais que estão juntos há pelo menos 20 anos, que a paixão dos primeiros anos não desaparece facilmente com o passar dos anos. Segundo a pesquisa feita pela universidade, 10% destes casais mostraram as mesmas reações químicas em seus cérebros quando viram fotos de seus parceiros. Este resultado contraria estudos anteriores, que sugeriam que a paixão e o desejo sexual de um casal começam a diminuir após um ano e três meses de relacionamento e podem sumir totalmente depois de dez anos."Nossos resultados vão contra essa visão tradicional, mas temos certeza de que o que conseguimos observar é real", afirmou o psicólogo Arthur Aron. Para os pesquisadores, quando os casais de longa data viam fotos de seus parceiros, seus cérebros indicavam um fluxo maior de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer.Esta descoberta mostra que alguns elementos da paixão amadurecem, permitindo que casais de longa data desfrutem do que chamam de "companheirismo intenso e vivacidade sexual", dizem os cientistas. Para eles, esses casais têm o mesmo "mapa amoroso" cerebral de animais que mantêm os mesmos parceiros por toda a vida, como os cisnes, por exemplo". Quer mais: vai lá...
Fonte: https://mail.feevale.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://br.noticias.yahoo.com/s/07012009/48/entretenimento-paixao-durar-20-anos-diz.html
E falando em moda... A altíssima protagonista de "Kill Bill", Uma Thurman, confessou em entrevista nos EUA, que comprar roupas novas é algo terapêutico para ela, já que ajuda a superar a pressão de seu trabalho, e que começa a se tornar uma compulsão. "Compro todo o tempo e de tudo. A roupa expressa o modo em que me sinto em cada momento, e atravesso diferentes fases ao longo do ano, do mês, da semana, e até mesmo do dia", admitiu a atriz, de 38 anos. Uma, que foi casada com os atores Gary Oldman e Ethan Hawke (com o que teve dois filhos), também revelou recentemente que não lhe preocupa que seu entusiasmo pela moda decresça com os anos. Uma Thurman é uma atriz estadunidense vencedora de um Globo de Ouro e indicada ao Oscar. Ela ficou famosa por fazer papéis destacados nos filmes do diretor-escritor Quentin Tarantino, como "Dangerous Liaisons", "Pulp Fiction", "Gattaca" e na sequência "Kill Bill". Uma Thurman é a garota propaganda da Virgin Media, uma empresa de propagandas no Reino Unido.
Quem acha que a moda não é uma indústria, ou não entende de moda, ou não entende de indústria. Faltam seis dias para o Fashion Rio (começa neste final de semana). Na Marina da Glória, tendas são erguidas, há um vaivém intenso de operários e guindastes e banners gigantes com estampa dos Arcos da Lapa dão o clima da semana de moda. A montagem e realização do evento geram 3 mil postos de trabalho. O público estimado é de 80 mil pessoas, e o orçamento, de R$ 7 milhões. O evento trouxe a Lapa para o mundo da moda porque o bairro permite a convivência de diversos estilos e linguagens, traduzindo o tema desta edição: Rio, caleidoscópio cultural brasileiro. O cartaz reproduzido no post traz o conceito.
O boletim Analise Global publicou um texto de Isaac Bigio (waic22@yahoo.com) sobre Cuba, que vale a pena ler e refletir (e comentar!): "Em 1º de Janeiro de 1959 se deu início a revolução cubana, a única que em Ocidente estabeleceu um sistema de partido único comunista y de economia estatizada e planificada. Os Castro, que inicialmente eram nacionalistas democratas, foram se radicalizando e, após conseguir o aval de Moscou, se dedicaram a sovietizar sua ilha. Cuba, não obstante, fracassou em internacionalizar sua revolução; e seu regime foi buscando se reconciliar com seu entorno e criar sectores que prosperassem com o mercado. A onda que derrubou o bloco soviético não chegou a Cuba, a qual diferentemente da Europa oriental não teve um modelo importado pelos tanques e com os campos de Stalin e onde os níveis de vida da sua população não eram inferiores aos dos seus vizinhos. Os Castro sobreviveram abrindo o país para certos investimentos privados e logo incentivando uma onda de novos governos nacionalistas na América Latina. Hoje Cuba não promove mais guerrilhas ou novas socializações. Os Castro emulam a trilha chinesa e vietnamita de preservar o partido único, mas para dar passo a um sistema que combine planejamento e estatismo com formas de capitalismo. A eleição de Obama poderia abrir uma etapa na qual os EUA comecem a limar aristas com a Cuba e que os Castro continuem a fazer concessões ao mercado". (Tradução Livre de Walter Casas )
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